Defensoria Pública comemora Dia do Servidor Público


Por Ascom em 29 de outubro de 2018

Data é celebrada com eventos variados promovidos com o apoio de parceiros

Uma diversificada programação marcou as comemorações do Dia do Servidor Público na Defensoria Pública. As atividades, que tiveram o apoio da Escola Superior (Esdep MG) e da Coordenadoria de Projetos, Convênios e Parcerias, aconteceram na sexta-feira (26/10), na sede I da Instituição, em Belo Horizonte.

Ao abrir o evento, a subdefensora pública-geral do Estado, Luciana Leão Lara Luce, destacou o valor dos servidores da Casa, que se “dedicam à nobre missão de tornar a justiça mais acessível a milhares de cidadãos mineiros e, por conseguinte, de garantir uma sociedade mais justa e igualitária”.

Compuseram a mesa: o secretário do Conselho Superior, Galeno Gomes Siqueira; a palestrante Maha Mamo; o corregedor-geral, Flávio Nelson Dábes Leão; o diretor da Esdep, Rômulo Luis Veloso de Carvalho; o presidente da Associação dos Servidores da Atividade Meio da Defensoria Pública do Estado (Asamdep-MG), Hilton de Assis Santa Bárbara; e a subdefensora-geral, Luciana Leão Lara Luce

A subdefensora salientou a importância da participação, comprometimento e engajamento dos servidores e defensores públicos na concretização da missão, visão e valores da Defensoria Pública de Minas Gerais.

Ao finalizar, Luciana Leão Lara Luce agradeceu, em nome da Defensoria Pública-Geral e da Subdefensoria-Geral, a todas as servidoras e servidores da Instituição. “Sem o compromisso de cada um de vocês, a Defensoria Pública mineira não teria alcançado tantas conquistas que contribuem para a melhoria da qualidade e eficiência de nossos serviços”.

Subdefensora pública-geral, Luciana Leão Lara Luce

Palestra

Com a bandeira do Brasil em volta do pescoço, Maha Mamo compartilhou sua história de vida com servidores e defensores públicos. Filha de pais sírios de religiões diferentes, Maha e seus irmãos nasceram no Líbano e, por questões legais e religiosas, não tiveram direito à cidadania local, tendo-se tornado apátridas, sem nacionalidade.

No Líbano, a falta de documentos impediu a família de ter acesso a serviços básicos, como educação e saúde. “Não ter documentos não significa apenas que você está sem papel na carteira. Você não consegue viajar, nem comprar um chip de telefone, nem sair com amigos para uma boate”, contou Maha.

Maha Mamo

Após dez anos procurando por um país que desse asilo a ela, em 2014, Maha e seus irmãos foram acolhidos pelo Brasil. Em 2016, um mês após conseguirem o reconhecimento oficial da condição de refugiados e terem direito aos primeiros documentos, seu irmão foi vítima de um assalto e faleceu. A dor da perda se transformou em forças para lutar pela cidadania.

Após a promulgação da lei de migração, Lei Federal 13.445/2017, em junho de 2018, pela primeira vez na história, o Brasil reconheceu Maha Mamo e sua irmã como apátridas. Em outubro do mesmo ano, elas conseguiram a naturalização e tornaram-se cidadãs brasileiras.

Hoje, Maha Mamo, ao lado da Organização das Nações Unidas no Brasil (ONU), se dedica a ser a voz dos dez milhões de apátridas que existem em todo o mundo. “A questão dos apátridas não é religiosa, nem política, é humanitária. Quero levar a lei do Brasil como modelo para todos os países aplicarem”.

Clique aqui para saber mais sobre a campanha global “Eu Pertenço” (“I Belong”), lançada pela ONU para acabar com a apatridia.

Defensores públicos e servidores

Relaxamento

Durante toda a manhã e simultaneamente à palestra, os servidores puderam participar de aulas de yoga, ministrada pelas professoras Daniele Firpe Johnson e Ana Carolina Mendonça.

A defensora pública Eliane Aparecida de Castro Medeiros elogiou a inclusão da aula na programação, o que denota “preocupação pela saúde mental dos defensores e servidores”. A defensora, que recomenda a inclusão da prática na Instituição durante todo o ano, parabenizou a coordenadora de Projetos, Convênios e Parcerias, Michelle Lopes Mascarenhas Glaeser, e o defensor público-geral, Gério Patrocínio Soares, pela iniciativa.

Artesanato

Também presente no evento, o Projeto Fred ofereceu uma oficina de tapeçaria.

A atividade agradou a servidora Vilma Silva Fernandes. “Eu nunca tinha feito tapeçaria, agora quero aprender direitinho para fazer na minha casa. Gosto muito de artesanato, é um tempo que eu posso usar para me distrair. Essa oficina no ambiente de trabalho faz com que eu me sinta valorizada”, afirmou.

Sorteio

Com o apoio da Bancorbrás, foi sorteado, entre os servidores presentes, um kit de itens para viagem.

Represente da Bancorbrás, Giovanni Bessa, e a subdefensora-geral, Luciana Leão Lara Luce, entregam o kit ao servidor Marco Antônio de Jesus

Café de confraternização

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